Violência na USP

As veias abertas da Faculdade de Medicina - Artigo Revista ADUSP

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Relatório final da CPI Universidades

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ESTADÃO - Estudantes da ESALQ vendem manual com ofensas a calouros

Matéria de 10/03/2015 sobre a venda de manual do calouro na ESALQ/USP com ofensas explícitas aos estudantes ingressantes.

MATÉRIA: http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,estudantes-da-esalq-vendem-manual-com-ofensas-a-calouros,1647577 


O trote e o nosso atraso - Pasquale Cipro Neto

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Professor Antônio Almeida em entrevista para a TV PUC

 

O Universidade Aberta começa o ano com os famosos trotes, comuns no início da temporada universitária. Com análise de Antônio Almeida, especialista no assunto, falamos de violência, impunidade, CPI e mais.

Reportagem: Alex Tajra, Ana Beatriz Camargo, Anselmo Penha, Carolina Veneroso e João Monteiro

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Programação

 

 

09:00 - Sessão de Abertura

  José Otávio Costa Auler Júnior (Diretor da FMUSP)

  Tarcísio Eloy Pessoa de Barros Filho (Vice-diretor da FMUSP)

  Edmund Chada Baracat (Presidente da Comissão de Graduação da FMUSP)

  Francisco Miraglia (Representante da ADUSP)

  Zilda Iokoi (Diversitas)

              

09:30 - Mesa Redonda: Ações Contra a Opressão

Ana Flávia Pires Lucas d’Oliveira (Professora do Depto. de Medicina Preventiva da FM/USP)

Antônio Ribeiro de Almeida Júnior (Professor do Depto. de Economia, Administração e Sociologia da ESALQ/USP e pesquisador do Diversitas)

Irene Cardoso (Professor do Depto. de Sociologia da FFLCH/USP) 

 

12:00 - Intervalo

 

14:00 – Mesa Redonda: Desocultando opressões

Marco Akerman (Professor do Depto. de Prática de Saúde Pública, da FSP/USP)

Jupiara Castro (Fundadora do Núcleo de Consciência Negra e funcionária da Faculdade de Medicina)

Renato Pignatari (aluno de graduação da Faculdade de Medicina)

Vanessa DelCastillo Couto (Representante da Frente Feminista da USP)

Felipe Scalisa Oliveira (aluno de graduação da Faculdade de Medicina)

 

15:30 - Intervalo

 

16:00 Mesa Redonda: Ações que superem o ciclo da violência

Eduardo Ferreira Valério (Promotor de Justiça de Direitos Humanos de São Paulo)

Heloísa Buarque de Almeida (Professora do Depto. de Antropologia da FFLCH. e USP Diversidades)

Zilda Grícoli Iokoi (Professora do Depto. de História da FFLCH e coordenadora do Núcleo de Pesquisas - Divesitas)


Reunião da comissão preparatória da recepção de calouros "Democracia universitária, ética e corpo"

data: 
seg, 12/01/2015 - 15:00 - 18:00
Local: 
Diversitas - Casa de Cultura Japonesa

Reunião promovida pelo DIVERSITAS, com a participação de membros da Superintendência de Segurança da USP, Comissão de Direitos Humanos da FFLCH, Faculdade de Saúde Pública, Faculdade de Medicina, Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa de São Paulo, Coletivo Geni e ADUSP para a recepção dos calouros da Universidade no ano de 2015, sob a temática "Democracia universitária, ética e corpo"


Apresentamos uma compilação de materiais sobre a temática Violência na USP, assunto de suma importância e que extrapolam os limites da universidade, onde são encontradas entrevistas, trabalhos acadêmicos e mateirias audiovisuias que tratam deste tema. Estamos em contante atualização e, caso haja interesse em contribuir com o assunto, envie-nos materiais para o e-mail diversitas@usp.br.

 

Entrevistas

Entrevista do Prof. Dr. Antônio Almeida (ESALQ e DIVERSITAS/ USP)  à Rede Brasil Atual sobre a Violência na USP

Clique aqui para ouvir a entrevista na íntegra

Entrevista do Prof. Dr. Antônio Almeida (ESALQ e DIVERSITAS/ USP) ao portal IG

Estupro na USP é culpa da negligência da faculdade com trote

Clique aqui para ler a entrevista em PDF ou visite o link clicando aqui

Dissertações, teses, artigos científicos e livros

Tese - A formação em obstetrícia: competência e cuidado na atenção ao parto

Sonia Nussenzweig Hotimsky

 

Esta tese consiste em uma análise da formação em obstetrícia durante a graduação em medicina, baseada em pesquisa etnográfica realizada em duas escolas conceituadas. Objetivou-se estudar o modo como se articulam a competência técnica e científica e o cuidado ou relação com a paciente no ensino teórico e prático da assistência ao parto. As técnicas utilizadas na coleta de dados foram: observação participante, entrevistas semi-estruturadas e, de modo complementar, a análise de livros-texto e protocolos assistenciais. O trabalho abrangeu uma caracterização das propostas curriculares e um exame da experiência dos alunos quanto ao ensino teórico e prático, incluindo sua supervisão nas diversas atividades assistenciais. Ênfase maior recai sobre o desenvolvimento de conhecimentos científicos na formação. Mesmo no internato ênfase é colocada na aprendizagem da construção e encenação de narrativas clínicas, privilegiando-se a transmissão oral do conhecimento e a memória em relação ao registro escrito e à consulta ao prontuário das pacientes. Pautado em parte por assim chamadas concepções "clássicas", que sustentam uma visão patológica da fisiologia do parto, o exercício da prática envolve condutas que têm sido questionadas a partir das evidencias científicas ou até abandonadas em outros contextos As decisões acerca das condutas ou tratamentos adotados não são compartilhadas com as mulheres atendidas que frequentemente não são consultadas ou sequer informadas à respeito. Por vezes juízos de valor também influenciam o julgamento clínico e a tomada de decisões médicas. Há poucos parâmetros para avaliar as atitudes dos alunos em sua interação com as pacientes. Nos serviços em que há maior interação entre alunos e pacientes, a supervisão é menor. Existem acordos informais entre os assistentes na divisão de plantões que se contrapõe aos organogramas formais dos serviços obstétricos vinculados as Faculdades de medicina pesquisadas. Esses acordos subordinam os objetivos institucionais da boa formação e assistência em obstetrícia aos interesses individuais e coletivos dos profissionais obstetras responsáveis pela supervisão do ensino. Componente do currículo oculto, esses acordos servem de modelo para outros envolvendo residentes e/ou alunos. Ao longo da formação dos estudantes de medicina, as interações entre os sujeitos em relação no exercício do ato médico contribuem de diversas maneiras para desqualificar a prática médica da obstetrícia como técnica moral-dependente.

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