direitos humanos

Conferência: O Processo de Internacionalização dos Direitos Humanos - Flávio de Leão Bastos Pereira (11 de Abril de 2012)

data: 
qua, 11/04/2012 (O dia inteiro)

Diversidade, relações raciais e educação em direitos humanos

Autor: 
Maria Letícia Puglisi Munhoz
Ano: 
2009
Resumo / Abstract: 

Considerando os princípios da igualdade, solidariedade e direito à diferença. que regem a Constituição Federal e os documentos internacionais de Direitos Humanos, o presente trabalho, com base em produção teórica da área da psicologia social, antropologia, direito e educação e experiência empírica, investiga os componentes presentes nas relações sociais entre os jovens brancos e negros, que se caracterizam como componentes fornecidos pela cultura brasileira que contribuem para a perpetuação das condutas preconceituosas e da discriminação étnico-racial contra os negros e, conseqüentemente, a desigualdade racial no Brasil. Para a investigação empírica. foram realizadas entrevistas, por meio de um questionário semi-estruturado, com os jovens brancos e negros cotistas que são alunos de algumas universidades brasileiras que implementaram a política de ação afirmativa por meio de cotas raciais. Tudo isso com a finalidade de produzir elementos que venham contribuir para o desenvolvimento de programas educacionais que tenham como objetivo efetivamente promover a eliminação da discriminação racial e o convívio mais igualitário nas relações sociais em um contexto de diversidade, como é o caso da Educação em Direitos Humanos.

 


 

Área do Conhecimento: 
Direitos Humanos

O torturador no banco dos réus: a ofensa aos direitos humanos não prescreve

Autor: 
Janaína de Almeida Teles
Ano: 
2007
Área do Conhecimento: 
História
Área Específica: 
História do Brasil Contemporâneo
Resumo / Abstract: 

Trecho:Em setembro de 2006, o juiz Gustavo Santini Teodoro, da 23ª Vara Cível de São Paulo, acolheu Ação Declaratória impetrada pela família Almeida Teles contra Carlos Alberto Brilhante Ustra (comandante do DOI-CODI de São Paulo entre 1970 e 1974) por entender que a ofensa aos direitos humanos não está sujeita a prescrição. Em novembro ocorreu a primeira audiência, quando foram ouvidas as testemunhas de acusação. O réu não compareceu. As testemunhas indicadas por ele - quase todos generais - serão ouvidas nos respectivos estados onde residem, uma maneira de postergar a sentença do juiz. Artigo publicado na revista Teoria e Debate. São Paulo, Ed. Fundação Perseu Abramo, no.69, ano 20, jan./fev. 2007

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