Sobre nós

NEHO

O Núcleo de Estudos em História Oral da Universidade de São Paulo – NEHO-USP – nasceu no ano de 2001 como resultado de duas experiências combinadas: uma pedagógica e outra de trabalho em oralidade em suas múltiplas formas. O NEHO-USP surgiu na Universidade de São Paulo, no Departamento de História, e sempre esta presente em eventos acadêmicos, sendo uma de suas premissas a história pública e, neste sentido, as linhas de investigação do grupo abrem-se para várias alternativas de trabalhos com vários nichos sociais que não se situam exclusivamente nos espaços das academias. Museus locais, centro de registros de histórias de grupos, famílias e entidades sindicais, são setores que se valem de procedimentos desenvolvidos pelo NEHO-USP. 
Ao vincular a produção de seus associados com o debate teórico nacional e internacional, o grupo esteve e está presente em atividades que atuam em favor de um trabalho de conscientização cidadã, instrumental, sem, contudo
perder a profundidade teórica que convém aos projetos feitos com rigor. Nesta linha os participantes do núcleo não se furtam de participações empenhadas na reformulação de saberes críticos das velhas práticas de transmissão da cultura. Atitudes como a iniciativa da fundação da Associação Brasileira de História Oral (ABHO) e repetidos apoios às formações de bancos de histórias em geral sempre constituíram metas dos participantes deste grupo, sem perder de vista que nosso objetivo é em primeiro lugar exercitar a história do tempo presente. 
Orientações de teses e dissertações, bem como monografias têm ocupado o grupo que está sediado no Departamento de História da USP, mas que possui ramificações em outros estados brasileiros, principalmente: Bahia, Rondônia e Rio de Janeiro. A História oral praticada pelo NEHO-USP busca ser uma crítica dos processos constitutivos das disciplinas conhecidas e apontar para a formulação de saberes que se façam a partir do sentido social, prático, de experiências identificadas no presente. O uso racionalizado de artefatos da modernidade eletrônica como: gravadores, câmaras de vídeo, computadores e demais recursos se colocam como ferramentas a serem usadas para soluções de registros e assim se integram como parte dos meios de constituição de saberes.