Artigos e Entrevistas do Grupo de Pesquisa Cidadania, Direitos e Educação

Rodrigo Medina Zagni

Este trabalho tem como objetivo compreender o processo de instrumentalização política da industria cinematográfica nos EUA nas décadas de 1930 e 1940, no contexto de implementação da “política da boa vizinhança” para a América Latina. Nosso foco de análise é a vinda de agentes dessa política com a missão de construir, por meio do cinema, uma identidade única na qual coubessem latino-americanos e estadunidenses, no esforço defensivo para a guerra que se anunciava. Originalmente publicado em Cadernos PROLAM/USP. Journal of Latin American Studies. ISSN: 1676-6288., Ano 7, N.: 12, vol. 01, jan/jun 2008.
 

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André Lacreta Aly, Ariela Karani Batista, Cintia Migliorini Lins, Daniela di Creddo Máximo, Magda de Aquino Silva, Renata Barros da Silva e Renata Cristina Ciccone

Artigo elaborado pelos alunos do 3º semestre do curso de Ciências Sociais da Univ. Cruzeiro do Sul: André Lacreta Aly, Ariela Karani Batista, Cintia Migliorini Lins, Daniela di Creddo Máximo, Magda de Aquino Silva, Renata Barros da Silva e Renata Cristina Ciccone,  sob a supervisão do Professor Silvio Pinto Ferreira Junior responsável pelas disciplinas de Sociologia e Metodologia de Pesquisa.

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Ailton Luiz Camargo; Edmar Ricardo Franco; Paulo Giovanni de Almeida Nicollini; Rafael de Freitas Sampaio; Raimundo Justino da Silva; Renato Soares Bastos; Ricardo de Genaro Scaléa; Rodrigo Medina Zagni; Wilherson Carlos Luiz

Este estudo tem por finalidade mensurar os níveis de permanência da tradição oral em relação à memória da guerra de Canudos na população local da original Cocorobó, lar hoje da terceira Canudos, no sertão da Bahia. Implica em estabelecer se houve transmissão oral dessa memória e sob quais discursos ela foi transmitida, da mesma forma, quais grupos disputam essa memória hoje, e para atender a quais objetivos desejam se apropriar dela. Para isso contamos com um conjunto de depoimentos colhidos entre a população local, os quais foram tratados segundo os preceitos da História oral, de onde tentamos fazer emergir as permanências e rasuras da memória de um dos momentos mais significativos da história dos movimentos sociais no Brasil e sua então recém-nascida república.

 


 

Cesar Callegari

Com o nome de "Subsídio Literário", em 1773 foi criado o primeiro tributo brasileiro vinculado à manutenção do ensino publico. Cobrado sobre cada barril de aguardente produzido pelos engenhos e sobre cada cabeça de gado cortado nos açougues, era destinado ao pagamento dos "mestres régios" que vieram a substituir os educadores jesuítas expulsos do Brasil em 1759.  Mais tarde o "Subsídio Literário" veio a adquirir caráter definitivo pois a oferta de escolarização, ainda que precária, passou a ser permanente. Tanto assim que, mesmo no Brasil pós-independência, durante o século XIX, esse tributo continuou a ser cobrado em várias regiões do País, mantendo a mesma denominação (conforme Kenneth Maxwel, em "História dos Tributos no Brasil"). Texto original publicado na edição nº 17 (2008) da Revista "Sociologia Ciência & Vida"

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Rodrigo Medina Zagni

O presente estudo tem por objetivo verificar como as correntes artísticas responderam ao estabelecimento da ditadura militar no Brasil, às perseguições à liberdade de pensamento e expressão, tomando parte da produção cultural que possa ser relacionada ao autoritarismo do Estado militarizado instaurado em 1964. Nosso objeto é portanto a produção artística do primeiro período de regime militar, de 1964 a 1968 (do golpe ao AI-5), em especial a arte que possa ser denominada engajada. Portanto é necessário determinar o nível de engajamento de diferentes grupos artísticos e como suportes tradicionais ou inovadores foram reutilizados ou utilizados para esta finalidade crítica. É necessário ainda determinar como a mensagem extremamente sofisticada e vazada codificadamente – em função da perseguição empreendida pelos órgãos oficiais de censura – acabava sendo (ou não) decodificada por diferentes públicos, e quais grupos chegavam de fato a compreendê-la. Como metodologia utilizaremos os preceitos de escrita da História Social da Arte1, História Social2, História das imagens3, História da Cultura4 e das Idéias5. Com isso pretendemos lançar luzes sobre a produção cultural, no maior âmbito que pudermos abarcar, circunscrita a um dos períodos chave na evolução política e na configuração cultural do Brasil contemporâneo. Artigo originalmente publicado na Revista eletrônica "Entre Passado & Futuro" - Revista de História Contemporânea. ISSN: 1676-8671. Julho de 2007.

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