Artigos e Entrevistas do Grupo de Pesquisa Cidadania, Direitos e Educação

Zilda Márcia Gricoli Iokoi

Para se compreender o fenômeno das migrações internacionais é preciso considerá-lo como um movimento contínuo de deslocamentos populacionais centrados nas necessidades, nas curiosidades sobre o que está atrás do horizonte, nas trocas e nas guerras. Num tempo em que os espaços se encurtam, em que o saber local é constantemente retroalimentado pelo conhecimento global, o transito humano vem ganhando um dinamismo singular. As migrações constituíram as cidades que são hoje gestoras do processo, real ou imaginário, da globalização.

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Reginaldo J. Fernandes

A denominada "Ideologia da Segurança Nacional", tomou impulso no contexto do pós Segunda-Guerra, a partir da política de anti-comunismo norte-americano que caracterizou os preceitos da doutrina do então presidente Harry S.Truman, expressas em seu pronunciamento ao Congresso em 12 de março 1947, e que subordinava a segurança pessoal dos cidadãos diretamente à lógica da segurança nacional, na crescente oposição entre o poderio do Estados Unidos e da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas.

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Murilo Leal Pereira Neto

Originalmente publicado em COMIENZO 64 REVISTA MAGUEN 146-1 Dialogia (UNINOVE), v. 6, p. 33-43, 2007.

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Murilo Leal Pereira Neto

Resumo: O presente texto analisa a formação de um novo sujeito coletivo na São Paulo do período 1950-1964,  representado pela aliança entre classe trabalhadora, classes populares e setores da classe média. Esta configuração sócio-política foi possível em um contexto histórico em que contradições surgidas no chão da  fábrica, nos locais de moradia e na política se combinaram e lutas conjuntas foram articuladas. O “sistema  populista” foi, assim, forçado além de seus limites, esgotando seus mecanismos de incorporação.  Palavras-chave: classe operária, populismo, sindicatos. Originalmente publicado em Revista Mundos do Trabalho, v. 1, p. 225-259, 2009.

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Renato da Silva Queiroz

Originalmente publicado em Revista USP. São Paulo, Coordenadoria de Comunicação Social/Universidade de São Paulo, nº 67, setembro, outubro e novembro de 2005, pp. 132-149.

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Silvio Pinto Ferreira Junior

O patrimônio imaterial na verdade nunca esteve ausente num processo de reconhecimento de bens culturais, uma vez que para a estes bens se atribuir valor e importância, merecendo sua preservação, se deve antes de mais nada reconstruir sua história, esta cheia de narrativas, documentos e provas. O historiador Jacques Lê Goff dá o nome de “materiais de memória” ou “dilatação da memória histórica”, esses termos se aplicam também a relatos e narrativas orais, criações musicais, rituais, gestos, línguas ágrafas, e outras formas de expressão. A consciência de que é o valor de testemunho que lhes é atribuído que os converte em monumentos históricos, se alia hoje à possibilidade de se preservar a memória de praticamente tudo sob a forma de documento. E monumentos e documentos são a matéria-prima dos patrimônios históricos.

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Rodrigo Medina Zagni

Apresentamos esse breve estudo sobre as representações da morte de Inês Pires de Castro na crônica de Rui de Pina (c.1440 – c.1522), nas “Trovas que Garcia de Resende fez à morte de Dona Inês de Castro, que El-Rei Dom Afonso, o Quatro de Portugal, matou em Coimbra, por o Príncipe Dom Pedro, seu filho, a ter como mulher e pólo bem que lhe queria nam queria casar, endereçadas às damas”, de Garcia de Resende (1470 – 1536), e finalmente do canto III da obra “Os Lusíadas”, de Luís Vaz de Camões (c.1525? – 1580), estabelecendo relações entre as narrativas literárias elencadas e a narrativa histórica, por meio do cruzamento e análise das informações contidas nas obras. Originalmente publicado em "Fênix". Revista de História e Estudos Culturais. V.5, ano V, n.4, jul./ago./set. de 2008.

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Silvio Pinto Ferreira Junior

Todas as questões que permeiam as discussões sobre patrimônio imaterial já haviam sido sinalizadas há muitos anos pelo sempre pioneiro, poeta, musicólogo e folclorista Mário de Andrade, ícone da Semana Moderna de 1922, num ambicioso projeto elaborado por ele, abrangendo uma série de pesquisas que causaram impacto nos meios político e intelectual. Era a primeira vez na história do Brasil que a diversidade da nação era mostrada a todo o país.

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Silvio Pinto Ferreira Junior

Em tempos atuais é pertinente lembrar as análises sociais que Émile Durkheim já fazia no início do século XX, influenciado pelas conturbações de seu tempo causadas pelas Revoluções Francesa e Industrial. A idéia central de seu pensamento é a de que a humanidade avança para o aperfeiçoamento pela força do progresso. Princípio herdado da filosofia iluminista. Durkheim desenvolveu um método de investigação dos acontecimentos sociais e estabeleceu um objeto de estudo: os fatos sociais. Ele desejava que a sociologia, como as outras ciências, tivesse um objeto específico que pudesse ser observado e explicado e que a distinguisse das demais.

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Rodrigo Medina Zagni

Por meio da análise de uma fotografia de Militão Augusto de Azevedo, tratando-se de uma vista panorâmica da Várzea do Carmo, tomada em 1862, procuramos abordar questões relacionadas às problemáticas no processo de ocupação do espaço no período de rápido crescimento assistido na São Paulo do século XIX.

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